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BlazBlue: Calamity Trigger – Mini Review

Posted on: 30/06/2009

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Produtora: Arc Systems Distribuidora: Aksys Games

Gênero: Luta 2D Plataforma: X360 / PS3   

Analista: Fabian Kurayami (Equipe HardCore Gaming)   Editor: Gustavo Rodrigues (Equipe Rock Games)

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Em tempos de gráficos tridimensionais ultrarealistas onde os jogadores torcem o nariz até mesmo para gráficos poligonais muito estilizados, os jogos 2D, com sprites desenhados á mão se tornaram praticamente extintos. A Arc Systems, teve a coragem de apostar neste mercado com mais um jogo de luta 2D hiperestilizado.

Nos primeiros minutos BlazBlue já mostra a que veio. Abertura animada com cara de tema de anime, musica cantada inclusive pela estrela das anisongs “KOTOKO“. A abertura escancara o tom do jogo. Personagens lindamente desenhados, pra falar a verdade não só os personagens  são belíssimos mais o cenario em si todo é simplesmente lindo, golpes exagerados e belíssimos, história tipicamente japonesa mesclando humor non-sense á melodramas existenciais. Para aqueles que gostam das animações japonesas é simplesmente perfeito, mais para quem não curti muito o estilo japonês não irá gostar muito não, mesmo assim acho que alguns vão até abrir uma exceção.

O elenco de personagens é pequeno. São apenas 12, o que é bem decepcionante. Ao menos eles são, em sua maioria, muito carismáticos e interessantes. Os estilos de luta são variados e propiciam estratégias bem distintas o que garante diversão extendida.

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O fato é que quando a coisa é para valer, a Arc Systems novamente impressiona. BlazBlue é visualmente riquissímo. Os personagens e o cenário são desenhados com cuidado extremo. Todos os detalhes foram desenhados com perfeição, á pintura dos sprites também é linda e os cenários mesclam 3D e 2D de modo irretocável. É, talvez, um dos jogos mais bonitos deste ano, na categoria , luta é o mais bonito sem dúvida.  Infelizmente as animações não são tão fluidas quanto poderia se desejar e os personagens ainda não estão em alta resolução efetiva. De qualquer forma estão muito perto disso e o resultado final é excelente.

A trilha sonora definitivamente não é tão memorável quanto Guilty Gear, mas segura a onda. São musicas orquestradas/sintetizadas e algumas com uma pegada mais speed metal, lembrando o antecessor da nova franquia. A dublagem é ótima,  encontrea-se pouco bugs, e ganha ainda mais elogios quando lembramos que o jogo tem audio em inglês e japonês, tanto para o modo arcade quanto para o extenso modo de História.

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A jogabilidade de BlazBlue é fluida e os golpes saem com muita facilidade,, o que é muito bom porque tem jogo que pelo amor de Deus demora um ano pra sair um golpe. È sem dúvida gostoso de jogar mesmo no controle do Xbox 360 que está longe do ideal para este gênero. A mecânica de jogo é acesível com apenas 4 botões de ataque – fraco, médio, forte e especial- o último deles reservado aos DRIVE ATTACKS que são golpes que usam os poderes especiais de cada lutador. São ataques mais estéticos e que adicionam beleza ao combate além de claro, terem serventias especiais em alguns casos. O jogo tem a defesa normal e a barreira (com barra própria) que protege todo o corpo do lutador com mais eficiência. Há ainda os Distortion Attacks que são os especiais típicos de jogos de luta, acionados após a barra encher-se dando e sofrendo ataques, pra terem uma noção melhor é no estilo de The King of Fighters, que você tem que esperar a barra encher para dar um especial.

É um sistema de luta simples mas que funciona como um relógio. Os personagens possuem estratégias muito variadas. O herói Ragna e o vilão Jin lembram Sol e Ky de Guilty Gear, mas a maioria tem técnicas de combate realmente inteligentes que dão uma aula a Street Fighter IV e outros concorrentes, é isso mesmo que você leu as técnicas de combates são realmente incriveis, a ponto de superar alguns personagens de Street Fighter IV.

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Como presente aos fãs a Arc Systems ainda trouxe um modo história que parece bastante com as “interactive novels” japonesas. Nele você deve ler muitos textos e selecionar opções para seguir caminhos que revelarão a história dos personagens. É bem divertido para os que tem paciência para este gênero (como eu).

Para os fãs de luta 2D, BlazBlue: Calamity Trigger é absolutamente obrigatório. O jogo consegue resgatar o charme dos jogos desenhados a mão e levá-los a um novo patamar com uma arte extremamente detalhada e mecanicas de jogo únicas para seus personagens. É divertido, equilibrado e muito, muito bonito. Infelizmente não vai agradar a todos, já que  mergulha de cabeça no universo anime, mas sem dúvidas marca seu nome na história dos games de luta 2D!

Mais & Menos

+ Lindo de morrer

+Personagens carismáticos e de estratégias variadas

+ Modo história extenso

+Cenário lindo

+Jogabilidade incrivel

– Poucos personagens

Notas

Apresentação: 7,5

Gráficos: 9,0

Som: 8,5

Jogabilidade: 9,5

Diversão: 9,5 (x2)

Média: 8,9


opiniãodogustavo

Galera tive a oportunidade de jogar este game tão lindo, e posso dizer que ´um dos games de luta 2D mais lindos que já vi. O jogo foi desenhado de uma forma surpreendente, me lembrou muito The King of Fighthers, jogo no qual eu sou fã.


O que me chamou mais atenção no jogo foi a beleza, mais outro ponto que tenho que citar é a jogabilidade, ela é sensacional não é que nem em alguns games em que você quase afunda os botões do seu joystick e o golpe não sai, em BlazBlue é bem diferente, a jogabilidade é mais leve muito melhor, nossa não tem nem comparação.

O cenário do jogo também ficou muito lindo, parece até que foi desenhado a mão como os personagens, o que eu realmente acho que foi. A história do jogo é bem interessante, lembra muito um anime, durante o jogo você vê as animações e lembra muito mesmo um anime, pra ter uma ideia quem gosta de anime e viu um chamado KOF ANOTHER DAY vai ver que eles são bem parecido.

A outra coisa que me chamou atenção foi que os golpes dos personagens, todos bem criativos e inteligentes, como disse lá em cima, dá uma aula em Street Fighter IV. Os personagens são todos com especials interessanticimos.

Mas como nada no mundo é perfeito, ou melhor só o Rock Games é, rsrs, este jogo não podia ser diferente uma coisa que eu não gostei nele, ou melhor odieai foi a quantidade de personagens, poxa um jogo tão lindo deste, com uma jogabilidade tão fascinante, ter apenas 12 personagens é brincadeira, nesta parte eles sacanearam pra caramba. Eu iria dizer que por o jogo ser tão bom, a pouca quantidade de personagem não seria nada, mais to tão indignado, porque sem isso seria o primeiro jogo do Rock Games em que em uma mini-review não teria um ponto negativo.

Galera não iditei a nota data pelo Fabian do HCG, porque concordo com ela, achei ela muito boa para o game.

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_______________Avaliação (Gustavo Rodrigues)__________________________________

Minha Nota Geral: 8,9

Minha avaliação pessoal: Adorei



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