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Archive for the ‘Análises’ Category

mArio forever reviw
Você sente saudades de jogar Super Mario3? Eu senti, mas como meu Nitendo não está comigo, fiquei só na saudade, ou melhor não fiquei não. Conversando com um amigo meu ele me indicou um remake de Mario, que nossa é incrível, Mario Forever.
Se você é fã de Mario, leia está análise que fiz com base neste remake.

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Produtora: IO Interactive Distribuidora: Eidos Gênero: Aventura
Plataforma: X360/PS3/PC/Wii/DS Analista: Gustavo Rodrigues
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Quando você pensa em ninjas qual a primeira coisa que vem na sua cabeça? Logicamente é, sangue, sangue, e mais sangue, bem na minha é isso. Pois é, mais Mini Ninjas não é bem assim, o jogo irá aplicar um conceito diferente às típicas histórias de ninjas que você conhece. Mais não pense que Mini Ninjas é um simples joguinho, bobo e chato, pois ele guarda para você várias surpresas, é só você começar a se aventurar no mundo do jogo que você verá o que estou dizendo.

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need2E ai pessoal,  sou o mais novo autor do Rock Games.  Me chamo Leonardo e como todos aqui sou mais um apaixonado pela 8º arte, como gosto de chamá-la.  Estarei sempre disposto a debater sobre este mundo fantástico.

Para minha primeira matéria decidi fazer uma análise sobre um tema que a maioria dos gamers gostam, um bom e velho jogo de corrida, ainda mais se tratando de uma série com tamanha tradição como NEED FOR SPEED.  Com uma legião de fãs no mundo todo esta série já é quase uma lenda.  Boa leitura a todos e como sempre, estarei a disposição dos leitores! Até mais… Agora é só dar o START!

Análise – Need For Speed: Shift

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Produtora: Slightly Mad Studios Distribuidora: EA Games Gênero: Corrida
Plataforma: Xbox 360/PS3/PC/PSP Analista: Leonardo Macedo

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Como um jogo de simulação, Need For Speed Shift incentiva-o freio cedo para as curvas,  apresenta uma configuração de direção que é extremamente sensível.

Se você esta acostumado com Gran Turismo, esqueça! Ele ainda esta longe de sua física, para os que sentiram falta do estilo árcade em Pro Street. Pode-se dizer que melhorou uns 50% em sua condução. Tem uma boa variedade de pistas. A compará-lo  com Grid que deixa muito a desejar. O sentido de alta velocidade as vezes chega a ser insano.

Os eventos drifting são quase que impossíveis.  A jogabilidade on-line carrega fácil, apesar de só testar uma corrida percebi avanço comparando a outros games de corrida.

Need for Speed: Shift é um jogo de corrida que tenta fazer um monte de coisas, a boa notícia é que faz a maioria delas também. A má notícia é que a mudança é muito pouco para que outros pilotos não tenham feito antes, e é excelente em nada.  A corrida, o carro e seleções de trilha, a personalização de veículos e modelagem de danos, o modo de carreira,  jogar online, o adversário – todas essas coisas são boas, mas nenhuma delas é excelente . Dependendo do tipo de jogo de corrida que você normalmente joga, ao entrar para o banco do condutor para uma volta rápida no início do modo de carreira pode ir bem. Seu desempenho neste jogo determina o seu nível de dificuldade, padrão. É apropriadamente chamado de “processo de Fogo”. Não há adversários para se preocupar, mas começar em controles, Shift pode ser um desafio por conta própria. Eu diria que ele se tornou um intermediário entre os jogos de simulação e arcade. A verdade é que a EA mostra que realmente quer levar a série Need for Speed ao patamar de simulação e não arcade. Como sempre, velocidade, batidas e carros danificados são o forte da série. Para os amantes de jogos de corrida mais uma ótima opção!

No meu parecer que gosto de avaliar de 0 a 50. Com 50 sendo nota 10. Sendo:

Gráficos – A categoria que avalia a demonstração de ambientes, carros, pessoas, natureza. Resumindo: todo material necessário para a construção de um game.

Textura – A categoria que avalia o acabamento do game, detalhe de fundo, capricho onde parece não ser necessário, alguns produtores a denominam como polimento, um exemplo perfeito é o asfalto de gta4.

Jogabilidade – A categoria que avalia o grau de funcionalidade do controle em relação ao game, independente do gênero. Direita, esquerda, frente, trás, sobe, desce, velocidade de resposta, facilidade em executar todas essas funções.

Hipnose – Criei esta categoria para avaliar o qual o game irá envolver você. Riso, choro, amando , odiando… o quanto ele fará você passar horas e horas em frente a sua TV.

História – A categoria que avalia o andamento do jogo, o sentido de executar todas as funções acima, pois o que esperamos é que sempre a tecnologia sirva de ferramenta e não protagonista, então a história é tudo. Pois desde que tivemos que salvar uma princesa e não marcar pontos , os games nunca mais foram os mesmos. Dado que a escrita esta entre nós a milhares de anos e longe de estar morta, pois nada como um bom livro!
Segue a avaliação:

Notas
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Gráficos: 8.5
Textura: 8,0
Jogabilidade: 7.5
Hipnose: 9,0
História: 6,0

Total: 8,0
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Meu parecer: Com certeza vale a pena jogar, ainda mais por estarmos um pouco carente deste genero multi plataforma, pois desde GRID não me recordo de outro. E não se esqueça ¨ always play with your heart¨

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Produtora: Rocksteady Distribuidora: Eidos/Square Enix Gênero: Aventura

Plataforma: X360/PS3/PC    Analista: Fabian Kurayami (Equipe HardCore Gaming) Editado por: Gustavo Rodrigues (Equipe Rock Games)

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Adaptações de quadrinhos para games sempre foram vistos com descrença pelos gamers hardcore. Também pudera, a maioria das produções do gênero esbarrava na mediocridade e decepcionavam os fãs. Desde que foi revelado, entretanto,  Batman: Arkham Asylum acendeu as esperanças do público. Com belos gráficos e muitas promessas, o jogo da desconhecida Rocksteady se tornou a maior aposta de redenção das famigeradas adaptações.  Descubra agora se Arkham Asylum está mais para Christopher Nolan ou Joel Shumacher.

Bem vindo á Arkham

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Desde os primeiros minutos Arkham Asylum chama a atenção com um estilo artistico único. Os personagens são chamativos, e um pouco exagerados, mas incrivelmente bonitos. O estilo da Wildstorm, sempre influenciado pelo mestre Jim Lee, fica claro. Os cenários são coloridos mas bastante sombrios. Há nuances de Bioshock e clara referência ás fases mais góticas e fantásticas do Cavaleiro das Trevas. O jogo consegue ser bastante climático e envolver o jogador em um ambiente de tensão sem nunca deixar de colocar Batman como um predador obcecado pela justiça.

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Produtora: Kojima Productions Distribuidora: Konami

Gênero: Ação Plataforma: Playstation 3             Analista: Fabian Kurayami (Equipe HardCore Gaming)     

Editor: Gustavo Rodrigues (Equipe Rock Games)

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Galera ta ai a review de um dos melhores games já feito nos ultimos tempo – na minha opinião, contando com a data que ele foi lançado -, como o Fabian mesmo disse no post do HCG, demorou mas chegou. Essa review foi feita, pois segundo o Fabian, essa talvez tenha sido a review mais pedida de todos os tempos do HCG, e eu tenho certesa de que vocês, leitores do Rock Games também queriam muito ela.Quero lembrar a vocês de que os gráficos aqui foram julgados de acordo com a data de lançamento do jogo.

Mas vamos deixar de ladainha e vamos lá começar a review. Quero lhes informar que ela é feita pelo pessoal do HCG – neste caso o Fabian -, eu somente edito e posto aqui no RG com minha opinião no final e  nota de acodo com nossos criterios.

Para ver a review clique em “Cotinue lendo…”, que você verá ela inteira, já que ela ficou muito grande fiz isso.

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Produtora: Arc Systems Distribuidora: Aksys Games

Gênero: Luta 2D Plataforma: X360 / PS3   

Analista: Fabian Kurayami (Equipe HardCore Gaming)   Editor: Gustavo Rodrigues (Equipe Rock Games)

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Em tempos de gráficos tridimensionais ultrarealistas onde os jogadores torcem o nariz até mesmo para gráficos poligonais muito estilizados, os jogos 2D, com sprites desenhados á mão se tornaram praticamente extintos. A Arc Systems, teve a coragem de apostar neste mercado com mais um jogo de luta 2D hiperestilizado.

Nos primeiros minutos BlazBlue já mostra a que veio. Abertura animada com cara de tema de anime, musica cantada inclusive pela estrela das anisongs “KOTOKO“. A abertura escancara o tom do jogo. Personagens lindamente desenhados, pra falar a verdade não só os personagens  são belíssimos mais o cenario em si todo é simplesmente lindo, golpes exagerados e belíssimos, história tipicamente japonesa mesclando humor non-sense á melodramas existenciais. Para aqueles que gostam das animações japonesas é simplesmente perfeito, mais para quem não curti muito o estilo japonês não irá gostar muito não, mesmo assim acho que alguns vão até abrir uma exceção.

O elenco de personagens é pequeno. São apenas 12, o que é bem decepcionante. Ao menos eles são, em sua maioria, muito carismáticos e interessantes. Os estilos de luta são variados e propiciam estratégias bem distintas o que garante diversão extendida.

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O fato é que quando a coisa é para valer, a Arc Systems novamente impressiona. BlazBlue é visualmente riquissímo. Os personagens e o cenário são desenhados com cuidado extremo. Todos os detalhes foram desenhados com perfeição, á pintura dos sprites também é linda e os cenários mesclam 3D e 2D de modo irretocável. É, talvez, um dos jogos mais bonitos deste ano, na categoria , luta é o mais bonito sem dúvida.  Infelizmente as animações não são tão fluidas quanto poderia se desejar e os personagens ainda não estão em alta resolução efetiva. De qualquer forma estão muito perto disso e o resultado final é excelente.

A trilha sonora definitivamente não é tão memorável quanto Guilty Gear, mas segura a onda. São musicas orquestradas/sintetizadas e algumas com uma pegada mais speed metal, lembrando o antecessor da nova franquia. A dublagem é ótima,  encontrea-se pouco bugs, e ganha ainda mais elogios quando lembramos que o jogo tem audio em inglês e japonês, tanto para o modo arcade quanto para o extenso modo de História.

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A jogabilidade de BlazBlue é fluida e os golpes saem com muita facilidade,, o que é muito bom porque tem jogo que pelo amor de Deus demora um ano pra sair um golpe. È sem dúvida gostoso de jogar mesmo no controle do Xbox 360 que está longe do ideal para este gênero. A mecânica de jogo é acesível com apenas 4 botões de ataque – fraco, médio, forte e especial- o último deles reservado aos DRIVE ATTACKS que são golpes que usam os poderes especiais de cada lutador. São ataques mais estéticos e que adicionam beleza ao combate além de claro, terem serventias especiais em alguns casos. O jogo tem a defesa normal e a barreira (com barra própria) que protege todo o corpo do lutador com mais eficiência. Há ainda os Distortion Attacks que são os especiais típicos de jogos de luta, acionados após a barra encher-se dando e sofrendo ataques, pra terem uma noção melhor é no estilo de The King of Fighters, que você tem que esperar a barra encher para dar um especial.

É um sistema de luta simples mas que funciona como um relógio. Os personagens possuem estratégias muito variadas. O herói Ragna e o vilão Jin lembram Sol e Ky de Guilty Gear, mas a maioria tem técnicas de combate realmente inteligentes que dão uma aula a Street Fighter IV e outros concorrentes, é isso mesmo que você leu as técnicas de combates são realmente incriveis, a ponto de superar alguns personagens de Street Fighter IV.

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Como presente aos fãs a Arc Systems ainda trouxe um modo história que parece bastante com as “interactive novels” japonesas. Nele você deve ler muitos textos e selecionar opções para seguir caminhos que revelarão a história dos personagens. É bem divertido para os que tem paciência para este gênero (como eu).

Para os fãs de luta 2D, BlazBlue: Calamity Trigger é absolutamente obrigatório. O jogo consegue resgatar o charme dos jogos desenhados a mão e levá-los a um novo patamar com uma arte extremamente detalhada e mecanicas de jogo únicas para seus personagens. É divertido, equilibrado e muito, muito bonito. Infelizmente não vai agradar a todos, já que  mergulha de cabeça no universo anime, mas sem dúvidas marca seu nome na história dos games de luta 2D!

Mais & Menos

+ Lindo de morrer

+Personagens carismáticos e de estratégias variadas

+ Modo história extenso

+Cenário lindo

+Jogabilidade incrivel

– Poucos personagens

Notas

Apresentação: 7,5

Gráficos: 9,0

Som: 8,5

Jogabilidade: 9,5

Diversão: 9,5 (x2)

Média: 8,9


opiniãodogustavo

Galera tive a oportunidade de jogar este game tão lindo, e posso dizer que ´um dos games de luta 2D mais lindos que já vi. O jogo foi desenhado de uma forma surpreendente, me lembrou muito The King of Fighthers, jogo no qual eu sou fã.


O que me chamou mais atenção no jogo foi a beleza, mais outro ponto que tenho que citar é a jogabilidade, ela é sensacional não é que nem em alguns games em que você quase afunda os botões do seu joystick e o golpe não sai, em BlazBlue é bem diferente, a jogabilidade é mais leve muito melhor, nossa não tem nem comparação.

O cenário do jogo também ficou muito lindo, parece até que foi desenhado a mão como os personagens, o que eu realmente acho que foi. A história do jogo é bem interessante, lembra muito um anime, durante o jogo você vê as animações e lembra muito mesmo um anime, pra ter uma ideia quem gosta de anime e viu um chamado KOF ANOTHER DAY vai ver que eles são bem parecido.

A outra coisa que me chamou atenção foi que os golpes dos personagens, todos bem criativos e inteligentes, como disse lá em cima, dá uma aula em Street Fighter IV. Os personagens são todos com especials interessanticimos.

Mas como nada no mundo é perfeito, ou melhor só o Rock Games é, rsrs, este jogo não podia ser diferente uma coisa que eu não gostei nele, ou melhor odieai foi a quantidade de personagens, poxa um jogo tão lindo deste, com uma jogabilidade tão fascinante, ter apenas 12 personagens é brincadeira, nesta parte eles sacanearam pra caramba. Eu iria dizer que por o jogo ser tão bom, a pouca quantidade de personagem não seria nada, mais to tão indignado, porque sem isso seria o primeiro jogo do Rock Games em que em uma mini-review não teria um ponto negativo.

Galera não iditei a nota data pelo Fabian do HCG, porque concordo com ela, achei ela muito boa para o game.

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_______________Avaliação (Gustavo Rodrigues)__________________________________

Minha Nota Geral: 8,9

Minha avaliação pessoal: Adorei




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