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Archive for the ‘Hands On’ Category

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Machinarium é um jogo simples mais ao mesmo tempo fascinante. Um jogo com uma arte visual incrível, linda, poucos dos jogos que já joguei até hoje, no gênero Adventure, tem uma arte visual tão bela.

Nesta pequena demo que foi disponibilizada, podemos testar as três primeiras fases do jogo, com isso presumo que o jogo será bem pequeno, já que a demo só tem 38 MB.

Logo quando entrei no jogo já me impressionei com o menu que te recebe, que é por sinal muito belo. Nele podemos ver ao fundo o mundo de Machinarium, e logo quando você clica em Play New Game, já começa o jogo – lógico né -, mas o que me chamou a atenção foi que quando você começa, não sai do menu, pois o menu é já um parte do jogo – você entenderá melhor o que estou dizendo quando ver o vídeo que fiz mostrando pedaços da demo -, isso me chamou bastante a atenção. Logo depois começa a primeira fase do jogo, que é você montar seu robô, ou melhor, se montar já que você foi jogado no lixo e está todo quebrado.

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Feita por: Fabian Kurayami  [Equipe HardCore Gaming]
Editada por: Gustavo Rodrigues [Equipe Rock Games]

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A franquia Halo é a mais importante dos Estados Unidos. Mais que um jogo, é um fenômeno cultural e a marca atrai jogadores de modo massivo. Quando a Microsoft anunciou Halo 3: ODST, o fez como expansão para o jogo anterior. Depois a estratégia de marketing mudou e o título foi posicionado como um jogo completo. Isso confundiu os jogadores e diminuiu a empolgação em torno do produto.

Como todos vocês, me aproximei de ODST com cautela. Os primeiros minutos, entretanto, me causaram estranheza e alívio. Estranheza com o ritmo de jogo, radicalmente diferente do que eu estava acostumado com Halo. Alívio ao ter a certeza que ODST está longe de ser uma mera expansão.

O jogo coloca o jogador no papel do “The Rookie“. Membro de um time de ODSTs enviado a uma missão suicida na cidade africana de New Mombasa. Na linha de tempo do universo Halo, a aventura se posiciona entre o segundo e terceiro capítulo da franquia.

É interessante observar o quão sombrio é o clima do jogo. Foram-se os inimigos e cenários coloridos e iluminados. Aqui a atmosfera é tensa e ameaçadora. A trilha sonora — novamente impecável e candidata a melhor do ano — alterna entre melancolia e uma sensação de ação inquieta e pesada.  Tecnicamente os gráficos ficam longe de empolgar, mas há novidades suficientes no visual para manter a experiência interessante.

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A jogabilidade é inovadora. Seu personagem percorre a cidade Mombasa e deve rastrear os últimos traços de seus colegas já que ele passou as últimas 6 horas desacordado após um pouso mal sucedido. É necessário uma aproximação cautelosa dos inimigos já que um confronto direto com grandes patrulhas pode levar ao fim do jogo. Usando seu visor — bem parecido ao Detective Mode do excepcional Batman: Arkham Asylum — você deve estudar as melhores rotas para chegar a seus objetivos. Genial é o modo que a cidade te dá dicas. A inteligência artificial de New Mombasa, o “Superintendente“, é seu único companheiro e através de sinais luminosos, placas publicitárias e luzes, tenta indicar o melhor caminho para o jogador. Ao achar um rastro de seus companheiros o jogo dá um flashback — no melhor estilo “Lost” — e mostra como tal fato aconteceu.

Um exemplo: Após adentrar em um prédio, The Rookie encontra o capacete de seu companheiro cravado em uma grande tela de LCD na parede. Neste momento o jogo retorna no tempo e mostra a trajetória de seu companheiro até aquele fato acontecer. Nestes trechos a jogabilidade volta a ser linear e a experiência se torna mais frenética ao estilo dos jogos anteriores. Outro destaque é que cada flashback foca em um aspecto diferente da jogabilidade Halo. Há trechos de jogabilidade com veículos em grandes campos abertos, trechos de corridor shooter, proteção de locais e etcs.

Eu mencionei que a Campanha tem a opção multiplayer on-line e local com tela dividida?

Há muito a se falar sobre Halo 3: ODST, mas não quero falar tudo antes do review. O fato é que os fãs da série — ou os amantes de um bom FPS — podem respirar aliviados. ODST está longe de ser um mero caça-niqueis. É um shooter sólido e com ideias inovadoras. A história é dramática e a trilha sonora memorável.

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Joguei Halo pela primeira vez num evento que teve aqui na minha cidade, um dos poucos que tem, nossa de cara já me apaixonei pelo jogo, depois disso joguei todos os que já saiu, claro não zerei todos e não joguei por completo pois não tenho o Xbox 360 ainda. Halo 3: ODST pra mim veio pra entrar pra história, veio pra ultrapassar fronteiras, dos EUA já que o jogo é bem mais popular lá do que em qualquer outro lugar do globo, veio pra conquistar muitos fãs, mais do que já tem.

Halo 3: ODST desde o começo pra mim já era mais que uma expansão, e quando fiquei sabendo que a Microsoft iria trabalhar nele pra fazê-lo um jogo completo, nossa dei pulos de alegrias.

Mas é isso ai galera, não tenho muito o que falar, o Fabian já disse tudo que tinha pra dizer, agora é esperar pelo jogo né, e ah podem aguarda uma review.

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Veja abaixo um video Live Action de Halo 3: ODST

Vídeos do VodPod não estão mais disponíveis.

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Créditos: Feita por Fabian Kurayami  [Equipe HardCore Gaming]
Editada por: Gustavo Rodrigues [Equipe Rock Games]
Imagens editado por: Gustavo Rodrigues
Imagens: retiradas dea rede de sites como Google e Eurogamer

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Feita por: Roberto Guedes (Equipe HardCore Gaming)     

Editor: Gustavo Rodrigues (Equipe Rock Games)

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Um dos jogos mais esperados do segundo semestre finalmente teve sua demo liberada. Sem dar opção de análise da história em si, vamos focar somente no que a demo, que tem duração aproximada de 15 minutos, nos mostra.

Em termos gráficos, a modelagem é incrível, sendo uma das melhores da geração, e um dos melhores trabalhos com a Unreal Engine. Porém, os inimigos são muito repetitivos. O jogo final terá mais variedade, mas precisamos ficar atentos em até que ponto isso vai acontecer.

Os cenários não se aprofundam muito também. A demo não chega em partes onde podemos ver a verdadeira definição de um asilo para loucos.

A movimentação de Batman é boa, mas você se verá andando mais do que correndo. Essa opção é bastante limitada em termos de direções, e se for usá-la, terá que parar algumas vezes para corrigir o seu caminho.

O combate é bem feito, mas, pelo menos nessa demonstração, nada de dinâmico como vimos no trailer que é mostrado no final. É a famosa mecânica de esmagar botões, sendo X e Y (ou Quadrado e Triângulo) os mais usados.

Quando for usar a mecânica stealth, você terá que subir em gárgulas e, quando ver o inimigo, apertar X (ou Quadrado) para voar em direção a ele e atacar. Se não quiser ser visto, deverá voltar para a gárgula e se reposicionar.

No entanto, isso pode ser trabalhoso algumas vezes, quando você acabar subindo em uma plataforma que não queria realmente. E, como Batman não suporta muitas balas das armas de fogo, poderá morrer facilmente.

Concluindo, o jogo tem potencial para ser ótimo. Não acreditamos em algo do nível de BioShock ou Gears of War, como algumas análises sugeriram, mas certamente, poderá ser um jogo de destaque.

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É ainda não terminei de baixar a demo de Batman, é minha net não é lá tão rápida, mas quero dizer que quando eu ou o Alessandro terminar iremos tentar fazer um Hands-on galera. Mas enquanto isso irei usar o do Roberto, do HCG, e dar minha opinião como sempre faço em reviews. Vamos lá.

Não joguei ainda a demo, mas vi o vídeo do Euro Gamer Tv todo, o vídeo mostra a demo. Tenho uma opinião meio parecida com a do Roberto, mesmo não tendo jogado.

O gráfico de Batman está incrivelmente bom, fiquei de queixo caído quando o vídeo começou galera, sem brincadeira. Os detalhes, a forma de como Batman se mexe e tudo mais são ótimos.

O que não gostei e vi de mais foi a repetição de inimigos, como citado pelo Roberto, pó eu estava vendo o vídeo e aquilo me deu uma raiva…vocês nem imaginam. Mas com certeza o jogo mesmo, o projeto final virar com mais variedade, ou melhor, assim eu espero né. Creio que muitas pessoas tiveram um pouco da ansiedade caída depois de jogar ou ver vídeos da demo, um deles sou eu. Claro to ainda super ansioso, mas não como antes.

Tem uma parte no vídeo, logo no começo que mostra o combate, achei bem interessante, os golpes e tudo mais. Mas pelo jeito o jogo é do tipo esmaga botão, como o Roberto falou, e sinceramente isso é horrível galera.

Outra coisa ruim foi a parte de dialogo, sei lá não fui muito com a cara deles não, parece que os personagens só mexem a boca, não tem aquela como vou dizer “química”, como tem em, por exemplo, Final Fantasy XII.

Os cenários não estão ruins, mas também não estão muito bons.

Resumindo, o jogo tem tudo pra Ser o maior sucesso, claro não irá entrar pra história, ou até pode se eles corrigir algumas coisas. Mas é animador, gostei, caiu um pouco a ansiedade, mas gostei. Vou poder mesmo dar uma explicativa depois que eu baixar a demo. Mesmo assim temos que citar que está é a DEMO, o jogo prontinho deve vim com os erros corrigidos, devem vim com cenários melhores, em fim eles devem dar uma polidinha a mais.

O que nos resta mesmo é esperar pra ver. Iai algum de vocês já baixaram a demo? Expresse sua opinião ai galera.

PARA BAIXAR A DEMO CLIQUE AQUI

Créditos da Hands-On [HardCore Gaming]
Editor e Opinião [Rock Games]

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Produtora: UbiSoft Desenvolvimento: UbiSoft Singapore

Gênero: Luta           Plataforma: Xbox Live Arcade

Por: Rafael Arbulu (Equipe MSN Jogos)   Editor: Gustavo Rodrigues (Equipe Rock Games)

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Sabe qual é uma das minhas mais memoráveis lembranças dos anos infantes de videogamer? “Teenage Mutant Ninja Turtles: Turtles in Time“. Lançado originalmente para Arcade e Super NES, o jogo era simplesmente sensacional, pois trazia as cativantes Tartarugas Ninja em um visual side-scrolling (visão lateral), com golpes variados e todos os elementos que tornaram os desenhos (e os filmes) eternos ícones da juventude da década de 90.

Teenage Mutant Ninja Turtles

E vejam vocês, um dos jogos que mais adoro ganhou um remake, com visual totalmente reformulado – cortesia do Xbox 360 debug que nós temos aqui na redação. “Debug”, aos não iniciados, nada mais é do que uma unidade que roda material ainda em desenvolvimento, ou seja, algumas coisas aparecem antes para a gente.

Enfim, Tartarugas Ninja!? O que acontece aqui é o seguinte, o jogo será lançado com gráficos 2D de alta definição feitos à mão, mas também temos melhorias no áudio (finalmente consegui entender o que os heróis reptílicos dizem quando pisam em algo que não devem: “My toes! My toes!“). Sem medo, encaramos o modo mais alto de dificuldade – o Hardcore – visto que muita gente jogava isso incansavelmente quando criança, e esse tipo de prática você nunca esquece.

Teenage Mutant Ninja Turtles
Os controles estão respondendo bem, o que é um alívio, pois a maioria dos ports que as plataformas online de hoje fizeram de consoles antigos sempre pecavam nesse aspecto. Mais ainda, a dificuldade, mesmo no nível máximo, não é aquela coisa feita no estilo “Ninja Gaiden“: praticamente impossível de vencer.
São empecilhos trabalhosos, gostosos de serem trilhados – sobretudo quando falamos dos chefões no final de cada fase. Em “Big Apple – 3AM” (a primeira) você encara Baxter, o homem-mosca, e avançando no jogo, passa pela Tartaruga-robô, Bebop e Rocksteady e muitos outros, todos em visual reformado, mais colorido, vivo, e sinérgico.
Teenage Mutant Ninja Turtles
Teenage Mutant Ninja Turtles: Turles in Time – Reshelled” mudou mesmo apenas no novo subtítulo, mantendo sua fórmula básica, focando nos controles e envolvendo o jogador em combates constantes e massivos, lotando a tela de inimigos fáceis de serem derrubados quando sozinhos, mas que se tornam verdadeiras pedreiras quando atacam em bandos. As variações de seus movimentos agrada bastante, e certamente exigirá do jogador um certo planejamento de ataque.
Oficialmente, o jogo será lançado na Xbox Live Arcade no dia 22 de julho. Fica aqui a reza para que ele também saia na PlayStation Network.


opiniãodogustavo

Eu joguei Teenage Mutant Ninja Turtles: Turtles in Time – mesmo não sendo da minha epoca -, e posso dizer que gostei muito, o jogo é muito bom, muito interessante.

Nesta nova fase de de TMNT, parece que a história não mudou muito, o jogo continua interessante e divertido. Os gráficos estão ótimos, muito lindos, e o modo de jogo ainda continua como o antigo – o que é um ponto positivo pro jogo, porque não perdeu sua originalidade.

Quero pelo menos testar este jogo, acho que ele vai ser muito divertido, vou joga-lo.

Pena que pelo o que o Rafael disse, o jogo no seu modo mais dificil, não é uma coisa assim tão dificil. Poderia ser um pouco mais complicado, ficaria melhor.


ninjabladeaNinja Blade é um jogo de ação melee (gênero de Devil May Cry e Ninja Gaiden) criado pelo mesmo time de Otogi, um dos melhores “jogos que ninguém comprou” da geração passada. O jogo está próximo do lançamento e chegou sem muito hype até aqui.

Conseguimos colocar nossas mãos na DEMO exclusiva para LIVE japonesa do game. Leia nossas impressões abaixo:

Impressões

O demo começa em um avião. Um “sensei” com visual bastante cliche explica para um grupo de ninjas que Tokyo está sofrendo um ataque como nenhum outro e eles precisam acabar com a infecção. O character design é bastante pobre e sem criatividade. Lembra um pouco os gore actions japoneses do final dos anos 90 como Immortal Blade e Versus…

Logo você salta do avião e o jogo pede para você apertar o botão que aparece na tela para matar os inimigos no meio da queda livre. O mecanismo é simples mas não empolga já que essa não é a forma ideal de dar ritmo ao começo de um jogo.

Ao aterrissar, v0cê começa a lutar. O combate é rápido, o frame rate fluido e é possivel usar 4 tipos de espadas logo de cara. Cada uma delas funciona melhor contra certos inimigos. Por exemplo, monstros com escudos devem ser atacados com a espada gigante. Algo interessante é o botão de DASH que proporciona uma movimentação rápida e bonita que fuinciona bem nos combates e cria combinações interessantes com os golpes. A impressão geral é que as lutas do jogo são boas e muito rápidas.

Após este curto trecho de combate uma sequencia de combate aéreo. Desta vez não é QTE. Você controla Ken (o protagonista) durante a queda. È possivel atacar inimigos, deslizar pela parede do prédio e etc. Tudo muito exagerado e bacana.

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Infelizmente a trilha sonora beira ao ridiculo. As musicas são sem vida e estão com o volume muito baixo. È ridiculo ver seu personagem protagonizando momentos cheios de adrenalina com uma música de fundo que lembra aquelas de elevador.

Novamente mais QTEs bem simples e sem graça e depois o confronto com o chefe. Aqui o jogo bugou algumas vezes… Fiquei preso no lugar inicial em uma e em outra meu personagem começou a flutuar no ar paralisado enquanto eu atacava a aranha gigante. O combate em sí é divertido e lembra os chefes da era 2D onde você deve ficar desviando de vários projéteis de padrões diferentes enquanto corre em direção ao inimigo. Para isso você pode deixar o tem em câmera lenta.

A impressão que o jogo me deixou foi agridoce. È um jogo de boas idéias, mas o visual é mediano com uma direção de arte MUITO fraca e genérica. A trilha sonora é uma das piores que já ouvi e a dublagem bastante tosca, lembrando filmes B dos anos 80. Claro que a direção de arte pode melhorar em outros cenários e a trilha sonora pode ter músicas melhores que esta usada no DEMO mas, avaliando apenas esta versão, é de se ficar preocupado. Creio que os bugs não devem estar presentes na versão final, por isso não vou destacá-los novamente. Enfim, é um jogo de combates rápidos e divertidos e que serve como bom passa-tempo, mas não espere um título capaz de empolgar os fãs de Xbox 360 como Otogi fez a alguns anos atrás.

Mais & Menos


+ Combates rápidos e divertidos

+ Frame rate sólido

– Excesso de QTEs

– Direção artistica feia e sem personalidade

– Trilha sonora péssima

Creditos

Hands On retirado do site HardCore Gaming

Editado por : Gustavo Rodrigues

P.S ( chegando em casa edito melhor, agora to sem tempo )

Faça o download do Ninja Blade completo no Mundo Downloads, clique na imagem abaixo:

Recentemente a Microsoft liberou na LIVE, para um grupo seletíssimo de pessoas, um DEMO exclusivo do aguardado Halo Wars. Jogo que muitos já consideram ser capaz de fazer pelos RTS o que Halo fez para os FPS em consoles.

Os companheiros da XCGN.com conseguiram o demo (malditos sejam eles) e postaram um excelente e detalhadíssimo hands-on do jogo. Assim como IGN, EGM, Gamespot e outros, Arthur Kotsoupulous ficou maravilhado com o “swan song” da Ensemble Studios. Leia o hands on que foi traduzido na íntegra pelo companheiro nandolq.

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Com menos de um mês até que Halo Wars chegue as prateleiras de todo o mundo muitos estão esperando testar a Demo antes de considerar comprar o jogo. Normalmente qualquer coisa com “Halo” no nome deveria ser sinônimo de boas vendas, mas com Halo Wars existe uma certa cautela do público gamer.

Isso é porque Halo Wars não é um FPS (First Person Shooter/Tiro em 1º Pessoa) como os jogos Halo anteriores, é um RTS (Real Time Strategy/Estratégia em Tempo Real). Os jogadores conhecem a reputação do gênero RTS em consoles. Pouquissimos jogos funcionaram, menos ainda obteram sucesso.

Isso levou os fãns do gênero a criticarem as versões de consoles dos jogos de RTS e a maioria dos jogadores preferem outros gêneros como FPS que funcionam melhor em consoles. Jogos de RTS envolvem esforço e paciência. Eles não são como FPS ou jogos de corrida onde você pode pular dentro e fora quando quizer.

Com um RTS uma vez que você pula dentro você tem que imediatamente usar o seu cérebro e concentração para traçar uma estratégia para vencer. Então é natural ter dúvidas sobre o sucesso ou fracasso do game, mesmo com o nome Halo.

Ensemble Studios esculpiu algo bonito que todo o fã de Halo e até mesmo o não-fãn de Halo vão vir a adorar e aproveitar. Isso até mesmo naqueles que duvidam que bons jogos RTS podem ser feitos em consoles. É um jogo fácil de pegar e jogar mesmo com o mínimo conhecimento sobre o gênero.

Comece a Demo e você vai sentir instantaneamente o mesmo sentimento de quando começou a jogar Halo 1,2 e 3. A pressa de se antecipar na ação flui pelo seu corpo.

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A Demo de Halo Wars oferece 2 fases da campanha: um tutorial básico e um avançado junto de uma partida Skirmish de 1 vs 1 em Chasms, um gélido campo de batalha, e um dos 14 mapas disponíveis no jogo para Skirmish. Então mesmo sendo pesados 1.4gb, a Demo oferece o suficiente para tanto o jogador casual quanto o hardcore testar e decidir facilmente se vale ou não a pena comprar o jogo.

Para mim Halo Wars sempre foi um Must-Buy, mas jogar a Demo renovou meu gosto pelo gênero RTS. Para todos que acham que o jogo será complicado de jogar podem ir mudando de idéia porque a Ensemble Studios virá com uma amigável configuração de controles que é de fácil uso e aprendizado.

Os tutoriais básicos e avançados facilmente explicam os controles do jogo e depois de os ter terminado você deve ter uma boa noção das boas maneiras de controlar suas tropas e dos poucos atalhos, como pressionar o botão A para criar um círculo que seleciona todas as unidades dentro do raio, esquerda/direita no D-Pad (direcional digital) para trocar entre suas bases, ou pressionar LB para selecionar todas as unidades na tela.

Não tem muito mais o que saber sobre os controles: Você pressiona X após selecionar uma unidade para fazer ela se mover até o destino selecionado, o botão A seleciona a unidade, o analógico esquerdo move a câmera. Se você jogou Dawn of War no PC você irá entender facilmente os conceitos de contruções do game: Você tem sua base e tudo o que tem que fazer é construir edificações e unidades.

Você nem ao menos precisa se preocupar sobre onde construir veículos, então até mesmo novatos no gênero não terão problemas com o jogo. Os Menus são quase idênticos aos de Halo 3 junto com a música que é um mix de velho de novo com aquele toque Halo, então ao longo do game você não irá se sentir que está jogando um jogo qualquer apenas com o nome de Halo.

Para uma Demo tem bastante conteúdo mas o modo Skirmish reina sobre todo o resto. Os Covenant e os Humanos são quase idênticos em força. Cada um tem seus próprios prós e contras e Ensemble balanceou ambos perfeitamente para que cada batalha não seja apenas de um lado, a menos que você realmente use estratégia.

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Antes de jogar minha primeira partida Skirmish no jogo eu estava um pouco preocupado com os Covenants na dificuldade normal: Eles irão usar a estratégia clássica do RTS e vão apenas me atacar rapidamente? O quão fortes serão seus ataques? Depois de 10 minutos eu descobri quando eu fui informado que eles haviam construido um Scarab. Poucos segundos depois eu tinha um Scarab, Honor Guards Elite, Hunters, e uma inteira tropa de Covenants para lidar e foi o fim para mim.

Então eu decidi reiniciar a partida e construir minhas defesas mais cuidadosamente, lendo cada status das unidades e como elas funcionavam. Dentro de 10 minutos os Covenants tinham montado um ataque a minha base e um minuto depois eu havia liquidado eles com minhas unidades defensivas. Depois de bons 30 minutos apenas construindo um exército e melhorando continuamente minha tecnologia era minha vez de atacar.

Eu enviei meu exército para atacar os Covenants e graças à minha tecnologia avançada, dando minhas unidades o melhor do melhor, eu venci a partida com facilidade e muita satisfação. Foi uma difícil partida inicial mas ofereceu diversão e aproveitamento que eu pude sentir o que era que a Ensemble estava almejando.

Halo Wars oferece algo apreciável para os fanáticos pela franquia Halo ou pelo gênero RTS e ainda também é acessível àqueles que tão pouco gostam da fanquia ou do gênero RTS. O jogo apenas flui, funcionou perfeitamente. O conceito funcionou na realidade.

Se você é um fã que adora apenas correr e atirar então a Campanha é realmente o que você procura. As duas fases oferecidas na Demo são muito lineares onde tudo o que você tem que fazer é construir algumas unidades e partir pro ataque. Imagine as batalhas épicas de Halo 3 com uma perspectiva do topo e é exatamente o que Halo Wars é na maior parte do tempo. Tudo funciona e nenhuma vez eu ví um glitch gráfico ou de jogabilidade.

Ambos os Covenants e os Humanos tem um acervo enormes de unidades para se jogar (algumas são novas e outras familiares), enormes ambientes como os campos de batalha congelados, controles fáceis e uma campanha que ocorre 20 anos antes dos eventos do primeiro Halo.

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Uma coisa é ter um jogo que é impecável em certos aspectos e nem tanto em outros, e outra coisa é ter um jogo que é muito bom em todos os aspectos, e Ensemble deu um jeito de fazer justamente isso.

Aqueles que pensaram que esse foi só outro jogo com o nome Halo estampado para fazer a Microsoft ganhar mais dinheiro que pensem novamente.

Para os fãns de RTS e de Halo e para os não-fãns de RTS e de Halo, este é um jogo top de linha que muitos irão adorar e se surpreender. É tudo que um fã de Halo e um gamer procurando por diversão iriam querer.

Venha ler o nosso review em breve.

CRÉDITOS

Texto original: Arthur Kotsopoulos (Grathius XR)

Tradução: Fernando Landeira (nandolq)

Edição e Revisão: Gustavo Rodrigues


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